2 de setembro de 2008

Sorriso das estrelas, Nicholas Sparks

« Na sua maior parte, as pessoas não são assim tão diferentes umas das outras. Jovem ou idoso, masculino ou feminino, quase toda a gente que conhecia desejava as mesmas coisas: queriam sentir o coração em paz, queriam uma vida sem sobressaltos, queriam ser felizes. A diferença (...) era que, na sua maioria, os jovens pareciam pensar que aquelas coisas os esperavam num ponto qualquer do futuro, enquanto boa parte dos idosos acreditava que elas faziam parte do passado»

Dá que pensar... Os momentos felizes são os do hoje. O amanhã é o ontem do futuro...

11 de agosto de 2008

Recusa do facilitsmo

Não tenho tido muito tempo para o blog.
Férias são férias e o meu tempo tem sido dividido entre o descanso milagroso dos meus lençóis e o calor de um sol mais ou menos simpático na praia sempre característica da minha terra...
Por isso, as minhas "células cinzentas" têm estado em repouso, e não tenho tido vontade de escrever umas linhas...
Agora que o sol me abandonou e que sopram ventos de mau tempo resolvi escrever alguma coisa só para não perder a prática (nem os leitores)...

Ao estar tantas horas sem nada para fazer, e como o nosso cérebro, ao contrário do nosso corpo, não pára, comecei a pensar no "facilitismo" com que as pessoas levam a vida. A nossa cultura cada vez mais é uma cultura de facilidades: somos todos instruídos numa ideia de facilitar, de não se preocupar, do resolver rápido, do não interessa.
A verdade é que a vida já é complicada e com problemas que cheguem e por vezes não há nada como algo que nos facilite a existência. Algo tão simples como uma refeição já preparada que é só aquecer... ou um telemóvel para dar um recado... ou o correio electrónico...
Mas até que ponto esta cultura de facilitismo não nos vai corromper? Até que ponto estas ideias não nos vão levar a criarmos uma geração desabituada das dificuldades, despreocupada com o que é importante, desresponsabilizada por todos dos deveres para com todos.
Quando os jovens são educados numa cultura do "fazes o que quiseres" ou do "não gostas, não comas" ou do "deita fora"; quando os pais inscrevem os filhos numa explicadora apenas para não terem de se preocupar em ajudar os filhos a resolver os trabalhos de casa e não porque não o conseguem fazer; quando os adultos não participam em instituições públicas, não apoiam o associativismo, não cumprem os seus deveres cívicos e comunitários para com todos, para que continuemos a ter uma sociedade em funcionamento, com a desculpa da falta de tempo; quando tudo isto acontece, o "facilitsmo" atinge um patamar insustentável e que provavelmente é o responsável pela desfragmentação da sociedade tal como a conhecemos hoje e como já a conhecemos em tempos.
Contra mim falo, que me rendi semi-conscientemente a esta cultura que repudio.
Porque é tão fácil...

22 de julho de 2008

Obrigatório ler

Porque realmente há artigos de opinião que se devem ler... aqui vai sobre as exigências da comunidade da Quinta da Fonte.
Ah, acabei por ler este artigo noutro blog, por isso remeto para a fonte que tenho! :)

17 de julho de 2008

O que sabemos uns dos outros

A pretexto de uma brincadeira, fiz com que me respondessem a um questionário básico sobre mim.

1- Qual a minha cor favorita?

2- Qual o meu prato preferido?

3 - Qual a minha música preferida?

4 - Qual o meu partido político?

5 - Onde é a viagem dos meus sonhos?

6- O que não gosto de comer?

7- Qual o meu livro favorito?

8 - Qual a minha loja favorita?

9 - Qual o meu maior medo?

10 - Em que estou a pensar neste momento?



Ao devolver uma resposta apercebi-me de que tenho dezenas de amigos que não saberiam responder a este questionário quanto a mim nem eu quanto a eles...

Isto fez-me pensar... o que sabemos uns dos outros? A partir de que momento eu posso dizer que conheço aquela pessoa?

Normalmente preocupamo-nos com outras coisas: idade, namorados, trabalho, passatempos, conta bancária... Mas e descobrir do que é que essa pessoa gosta? Pelo que é que se interessa?

Foi interessante fazer este exercício. Até relativamente a mim própria!



Para os mais curiosos, passei na prova, só dei 3 erros e um foi desculpado!

10 de julho de 2008

Paz

Saúde, amor, amizade, dinheiro...
Mas sobretudo PAZ.
Ver o azul do mar para além das ondas, ver as flores e os galhos tremelicar com o ar soprado rápido pelos pulmões da mãe Natureza.
Sentir o gosto de um banho de mar, sentir o calor dum roupão quente.
Tocar a areia com os pés descalços, tocar a face do meu "tu" mais querido, tocar um pelo fofo, suave e confortável de uma gatinha ron-ron.

Mas sobretudo dentro.
Fechar os olhos e ver o coração sorrir, dar-te a mão senti-las sorrir juntas quando se tocam.
Estar, ser, e todos os restantes verbos que dizem o constante e não dizem o agora. E encarná-los com verdade, de corpo e alma, sem procurar naqueles instantes vestir-se de outro.

O mais difícil de todos os desafios é fazer companhia a si próprio. E fazê-lo em paz.

7 de julho de 2008

James Blunt - Same Mistake

Há canções que nos tocam.
Que nos marcam, que nos fazem sonhar, que nos fazem pensar.
Esta melodia simplesmente está dentro de mim!
E quem é que não comete os mesmos erros... Again and again...

Ausência prolongada!
Motivo: Férias!
Estou de volta...